Amar o desconhecido e aceitar o diferente

amar o desconhecido e aceitar o diferente

“Are we not wise enough to give all we are?
Surely we’re bright enough to outshine the stars…
The human kind gets so lost in finding its way,
But we have a chance to make a difference til our dying day.
And you might pray to God, or say it’s Destiny,
But I think we are just hiding all that we can be…”

Lamb – Wise Enough

Este post é uma incógnita. Não sei ao certo o que me sairá dos dedos, mas hoje inundo-me em questões. Olho à minha volta e pergunto-me “até que ponto cada um se sente satisfeito?“. Mais que isso, pergunto-me se alguma vez o ser humano sentirá plena satisfação pessoal. Lamb pareceu-me o soundtrack perfeito (sim, os meus gostos musicais variam entre extremos).

amar o desconhecido e aceitar o diferente

O frenesim do dia a dia cega-nos. E nós permitimos. Queremos uma coisa hoje, desejamos outra amanhã. O ser humano parece perdido, sem saber o que quer, o que lhe interessa, o que procura. Pior que isso é descartarmo-nos e agirmos como se não dependêssemos uns dos outros para viver a vida que nos pertence. Ninguém é invencível. Ninguém é super-homem. Ninguém sobrevive sozinho.

Quero amar. Quero escrever. Quero ouvir. Quero entender. Quero expressões. Quero sorrisos. Quero vontade. Quero atitudes. Quero ação. Quero silêncio. Quero sentir almas. Mas quero, acima de tudo, que não olhemos uns para os outros como alvos a abater, que não nos achemos superiores, mas sim que ajamos com alegria, cumplicidade, compreensão, imparcialidade e sem criticismos, julgamentos e, sobretudo, medo do desconhecido ou do que é diferente de nós.

Perdoem. Corram atrás de sonhos descabidos. Abracem pessoas que desconhecem. Sorriam na rua e digam “bom dia”. Ajudem quem mais precisa. Disponibilizem-se.

Entreguem-se.

T.

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